
Pôr do sol em Morro

Morro de São Paulo

Bahia de Todos os Santos

Bahia de Todos os Santos

Nascer do sol em alto mar

Águas transparentes...

Pôr do sol em Morro

Morro de São Paulo

Bahia de Todos os Santos

Bahia de Todos os Santos

Nascer do sol em alto mar

Águas transparentes...
Possuímos vários pacotes prontos de passeios e charter de veleiro para proporcionar momentos agradáveis a você, sua família e amigos.
Também podemos montar pacotes personalizados.
Você pode desde já agendar seu passeio de um ou mais dias parcelando o pagamento de acordo com a sua escolha.
Entre em contato conosco através de email ou telefone e teremos prazer em esclarecer suas dúvidas e ajudar no melhor planejamento.
Três dias e duas noites velejando! (Sexta, Sábado e Domingo).
Data do próximo curso: 28/03/2008, 29/03/2008 e 30/03/2008.
Após esse curso, você estará apto a participar de regatas como a REFENO (regata Recife - Fernando de Noronha), e outras travessias oceânicas. Incluso kit do tripulante Hot Day e apostila.
Uma nova tecnologia está crescendo rápidamente na Web, e o principal motivo desse crescimento é porque essa tecnologia veio para resolver problemas específicos do dia a dia dos internautas: excesso de informação e falta de tempo. Por outro lado, essa tecnologia se tornou uma excelente ferramenta de divulgação direcionada de informações. Você já viu este ícone?
Ele se encontra nas mais recentes versões dos navegadores como o IE 7.0, e indica os sites que possuem essa tecnologia: RSS Feeds. Quando você acessa um site que utiliza essa tecnologia, como o site do Hot Day (www.hotdayaventuras.com) esse ícone na barra de ferramentas do browser "acende" indicando que o site possui RSS Feeds. Clicando no ícone, você pode "assinar" essa fonte de informações e a partir daí, receber automaticamente as notícias publicadas por essa fonte.
Só a versão 7.0 do IE dá suporte a RSS Feeds. O Firefox 2.0 também, e existem vários leitores de RSS Feeds gratuítos na Internet, por exemplo o FeedReader (http://baixaki.ig.com.br/download/Feedreader.htm), caso você não queira mudar a versão do seu browser.
Estamos realizando translados todos os finais de semana de Salvador a Morro de São Paulo e Morro de São Paulo a Salvador. Saídas aos sábados, pela manhã, de Salvador velejando até Morro. Retorno para Salvador no domingo à tarde. O translado pode ser somente de ida, somente de volta ou ida e volta com a possibilidade de pernoitar a bordo.
Comida e bebida não inclusos.
O valor é realmente atrativo, 100,00 por pessoa, entre em contato e confira detalhes. Oferecemos descontos de 10% para grupos de 4 pessoas, 20% para grupos de 6 pessoas a 8 pessoas.
Oferecemos este serviço também durante a semana mediante reserva.
Você pode contar com os seguintes parceiros do Hot day em Salvador:
O Hot Day começou a operar em outubro na Bahia, tendo como base principal de operações Salvador, na Baía de Todos os Santos. São muitos os atrativos da maior baía do Brasil, dentre eles destacamos:
Para nós, velejadores, o litoral bainano oferece ventos constantes, muito sol, um mar cristalino e temperaturas amenas o ano inteiro. Roteiros incríveis para paraísos tropicais internacionalmente conhecidos como Morro de São Paulo e Itacaré, paraísos ainda sossegados como Camamu e região.
Para quem vier velejar no Hot Day, as vantagens são muitas:
Enfim, Salvador tem todos os ingredientes para tornar sua aventura no Hot Day numa experiência inesquecível.
Nossas parcerias oferecem maiores facilidades como: parcelamento no cartão, passagens aéreas, translados, etc.
Saímos do Iate Clube Veleiros da Ilha, Florianópolis, no dia 06 de agosto, uma segunda-feira, logo depois do almoço. Estávamos em 5 pessoas: eu (Rubia), Décio, e os tripulantes: Jades Fernando, Nilton Pavan e Ednaldo. Jades faria o trecho Floripa - Ilha Bela, e Nilton e Ednaldo fariam o trecho Floripa - Rio de Janeiro, tendo aulas de vela oceânica. (veja foto)
Foi uma grande correria, pois não era apenas uma travessia, mas nossa mudança de Floripa para Salvador.
O pessoal praticou vela à tarde toda até Jurerê, o vento estava ótimo! Nosso jantar foi a bordo, preparei sopa de capeleti, acompanhado de um bom vinho chileno, ideal para o friozinho que estava fazendo.
No dia seguinte iniciou-se a travessia. Partimos às 9 hr da manhã de Jurerê e rumamos para Santos. O vento estava excelente, velejamos até a noite quando diminuiu o vento e precisamos motorar. Esse dia foi de adaptação do pessoal ao balanço do mar, a comida a bordo foi mais light: biscoitos, barras de cereais, frutas, cup noodles e muita água.
À noite foram feitos turnos de duas horas, duas pessoas por turno, eu me safei dessa, afinal eu estava cuidando do bem estar do pessoal: alimentação e organização do barco. Mas entre uma e outra dessas tarefas dava tempo de ler o livro que ganhei de minha amiga Ellis: A incrível viagem de Shackleton. Excelente, por sinal!
Amanhecemos em alto mar, preparei o café da manhã na cabine, estava frio para servir no cockpit. O mar estava liso, sem vento, maior calmaria!!! O dia estava cinza, e a água do mar parecia petróleo, de tão escura e densa. (veja foto) Neste dia almoçamos em alto mar: paramos o motor, e servi um macarrão à carbonara no cockpit. (veja foto). De sobremesa tivemos chocolates. Foi muito agradável: sem vista de terra, somente água por todos os lados, balanço suave e patos e pinguins nadando próximos ao Hot Day.
À noite estava muito escura, breu total, pois estava ainda nublado, sem lua e sem estrelas, mas não menos encantadora, tivemos fitoplânctons iluminando nosso caminho. Onde navegava o Hot Day ia deixando uma esteira de luz. Deslumbrante!
Chegamos em Santos de madrugada, por volta das 4 horas, e comemoramos com vinho e caldo verde, receita dada pelo James do Iate Clube Veleiros da Ilha. Foram dois dias navegando até Santos.
Ficamos no Iate Clube de Santos, onde fomos muito bem recebidos e a estrutura do clube é nota 1000! Aproveitamos para fazer manutenção no barco e comprar mais mantimentos. Em Santos embarcou mais uma tripulante: a Regina, que estava indo de Floripa para o Rio de Janeiro, ela não pode embarcar em Floripa, então nos alcançou no caminho.
O dia em Santos foi correria, mas o pessoal aproveitou para passear enquanto eu e John (Décio) preparávamos o barco para zarpar para Ilha Bela no dia seguinte. À noite, para relaxar, tivemos vinho e John tocou violão no cockpit. Nesta noite tivemos um pequeno acidente: John caiu no mar ao tentar prender melhor um cabo. Foi engraçado, pena que o celular estava no bolso: perda total.
A navegada até Ilha Bela foi cheia de emoções: na saída do porto de Santos muito sol, mas não demorou muito e pegamos o maior nevoeiro, ficamos todos vigiando o mar, pois é rota de navios, batendo o sino de 5 em 5 minutos, para que os navios nos ouvissem, já que a visibilidade estava péssima. Quase no final da tarde saímos do nevoeiro, mas ao anoitecer prendemos numa rede de pescadores gigante e mal sinalizada, ainda bem que o pescador veio ao nosso encontro e mergulhou para desprender a rede do hélice. Corajoso ele, pois estava o maior frio e cheio de águas-vivas. Chegamos em Ilha Bela 1:20 da madruga com vento e corrente contra. Mas chegamos sãos e salvos!!! Apoitamos no Iate Clube de Ilha Bela.
Na manhã seguinte demos entrada no barco, e o pessoal aproveitou para passear. Apesar do dia fechado Ilha Bela é um encanto! O Iate Clube de Ilha Bela nos recebeu muito bem, e como é bom chegar num lugar assim: banho quente, sauna, ambiente agradável, depois de uma boa velejada!
Ficamos um dia em Ilha Bela. A cidade é um charme! Passeamos pela cidade e abastecemos o barco com mais água, frutas, frios, e outros mantimentos necessários. Nossos tripulantes também curtiram a cidade e as belezas locais. O Jades quase que ficou por lá mesmo, pois encontrou uma de suas almas gêmeas. rs..rs
Saímos de Ilha Bela no domino dia 12 de agosto e o Jades decidiu fazer conosco mais um trecho: Ilha Bela - Rio. A tripulação estava entrosada e curtindo a aventura!
Navegamos até o Saco da Ribeira, lugar abrigado e tranquilo. O Nilton queria dar uma olhada num barco, então passamos a noite no pier público do local. Não havia muita opção de restaurantes ou bares, mas descobrimos um barzinho de um japonês, ali mesmo no pier que preparava sachimi de baiacú, sororoca e polvo. Ficamos curiosos, pois baiacú não é comum de se encontrar, pois se não souber preparar pode ser venenoso. Arriscamos no talento do japonês e ficamos agradavelmente surpreendidos: o sachimi ficou muito gostoso, e estamos vivos. (veja foto)
À noite providenciei um caldo verde. O capitão e os tripulantes traçaram a rota na carta náutica para Parati, e a discussão sobre os waypoints durou algumas horas até chegarem num concenso.
Zarpamos para Parati às 4 hrs da madrugada. Velejamos o dia todo e chegamos já era noite. Servi um caldo de ervilha na chegada, que comprei achando que fosse lentilha, mas ficou bom, foi aprovado. Ficamos na marina 188. Tomamos um banho quente e capotamos.
Acordamos cedinho no dia seguinte. Parati é linda! O dia estava espetacular, ensolarado, ideal para um belo café da manhã no cockpit. Nilton, Ednaldo e Jades foram dar uma volta nas marinas, o Nilton quer comprar um veleiro. Regina estava com pressa para chegar ao Rio e resolveu pegar um ônibus, pois ainda iríamos passear por Angra. John foi me mostrar Parati, pois eu ainda não conhecia, e já aproveitamos para comprar os mantimentos que estavam faltando no barco. Estávamos longe do centro, fomos de táxi e voltamos de ônibus. Fiquei impressionada com Parati, o centro histórico é muito bem preservado, uma delícia passear por aquelas ruas onde aflora história em todos os cantos.
A bordo nosso jantar foi arroz com bróclis e feijoada (enlatada, é claro). De sobremesa tivemos danete caseiro, eu peguei a receita na internet.
Ilha Grande foi nosso próximo destino. Saímos bem cedinho, 4 horas da madrugada e chegamos na Ilha da Gipóia por volta das 8 hrs. Este foi um dia de total divertimento, a água é de cor esmeralda
* em breve os demais trechos.
Foi lançado no dia 04 de outubro, em Florianópolis, o livro entitulado: Aventura nos Mares do Brasil, do escritor Werner Zotz.
Este livro é o relato jornalístico-literário da travessia de um grupo de amigos a bordo de um veleiro ( o Hot Day ), do Arquipélago de Fernando de Noronha a Florianópolis (SC), incluindo um passeio de carro pelo sertão nordestino. A viagem é narrada com um texto que foge ao estilo "diário de bordo", em que informações sobre o dia-a-dia na embarcação são organizados por data e hora. Pelo contrário, a narrativa recebeu tratamento literário, enriquecida com fotos belíssimas. O autor, viajante experimentado, escreve sobre cada cidade e porto de atracação sem esconder seu encantamento (ou desapontamento) com o que vê. Um livro especial, escrito por quem foi, viu e está disposto a nos contar como é.